O Conar se antecipou às regulamentações da publicidade dirigida às crianças e adolescentes, antes que autoridades maiores viessem a fazer o mesmo, só que de forma mais radical, cortando de uma vez por todas!!!!
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Os limites da Publicidade para este público deve ser aumentado e mais rigoroso, pois as agências tem sido, digamos, muito abusadas. Elas sabem que o público jovem e infantil é mais vulnerável e, portanto, mais fácil de convencer até mesmo de algo que seja errado e exagerado.
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A preocupação do Conar com as críticas e exigências da sociedade têm sido muito valorizado, pois sabe que a intenção é unicamente positiva, pois os pais só querem criar os seus filhos em um mundo menos ilusório e fantasioso, e que esteja de acordo com suas condições físicas e psicológicas.
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Um exemplo do que foi dito acima, é que se repararmos, não vemos, mais, propagandas com apelos do tipo: "não fique fora dessa" ou "peça para a mamãe comprar". Muitos pais ficavam revoltados com este tipo de situação, pois muitos deles não tem um suporte financeiro à altura do produto que a propaganda está incentivando a criança a pedir.
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Algumas das situações que serão reprovadas pelo Conar são:
"- crianças e adolescentes não devem ser usados como modelos para vocalizar apelo direto, recomendação ou sugestão de uso ou consumo por outros menores [”Faça como eu, use...”].
- O planejamento de mídia deve refletir as restrições técnica e eticamente pertinentes, buscando-se o máximo de adequação à mídia escolhida.
- anúncios capazes de provocar qualquer tipo de discriminação, a utilização de formato jornalístico e a exploração de situações capazes de infundir medo às crianças."